Curitiba:

Rua Pedro Collere, 35, esquina com Av. Pres. Getúlio Vargas

São Paulo:

Av. Pedroso de Morais, 2350 Alto de Pinheiros

Somos especialistas em transplante capilar (termo também conhecido como transplante de cabelo, implante capilar ou implante de cabelo) e tratamento clínico da queda dos cabelos, para homens e mulheres, utilizando técnicas modernas e avançadas.

Com mais de três décadas de especialização, nossos serviços conferem credibilidade, confiabilidade e segurança. São milhares de pacientes atendidos e tratados cirurgicamente, vindos do Brasil e do exterior.

A Clínica Muricy foi fundada pelo cirurgião plástico Dr. José Candido Muricy, o primeiro cirurgião a se especializar em megassessão no Brasil e um dos primeiros a realizar a técnica de transplante capilar no Paraná. É reconhecido mundialmente entre seus pares.

A Clínica Muricy possui 2 unidades: a matriz em Curitiba, sob a responsabilidade do Dr. José Candido Muricy, e a filial em São Paulo, dirigida pela Dra. Maria Angélica Muricy Sanseverino.

Na técnica de FUE além do Cirurgião, atuam outros 8 profissionais, para retirar todas as unidades foliculares uma a uma utilizando aparelhos modernos e especiais sem a necessidade dos microscópios cirúrgicos. As assistentes atuam auxiliando na conservação e colocação dos fios que é finalizada cirurgião . Somos adeptos da colocação do maior número possível de fios por sessão, realizando as mega e gigassessões, que consistem no transplante de 6 a 9 mil fios de cabelos em um único tempo cirúrgico, dependendo da área doadora de cada paciente e demais regiões de onde são retiradas as ufs. A equipe profissional que atua no ato cirúrgico contribui para o transplante de milhares de fios.

A Clínica Muricy, com seus mais de 30 anos de experiência, é reconhecidamente um centro de excelência e referência em cirurgia da calvície e no tratamento não cirúrgico da queda dos cabelos.

Perguntas frequentes

Megatransplante é o mais eficiente procedimento cirúrgico para o tratamento da calvície. É o transplante de unidades foliculares, denominados folículos capilares que são extraídos da região doadora na parte posterior da cabeça e transplantados para a área calva. A cada procedimento cirúrgico são transplantados cerca de 2.600 a 3.500 ou mais enxertos, dependendo da quantidade de fios da área doadora de cada paciente, que correspondem de 7.000 a 10.000 mil fios, aproximadamente. Após duas sessões os resultados são cabelos naturais e permanentes.
Pessoas que sofrem com a miniaturização capilar têm quatro opções para lidar com o problema. A melhor delas é partir para uma cirurgia de restauração capilar, a única solução natural e permanente para a calvície. Pode-se também, nos casos iniciais, optar por tratamentos clínicos como comprimidos, loções ,shampoos, laser de baixa potência, ou utilizar cosméticos em forma de cremes, sprays e pó que, quando aplicados na área calva, ajudam a disfarçar o problema, desde que ainda haja um pouco de cabelo no local. Pode-se ainda corrigir o problema com apliques de cabelo, outra solução não permanente.
Depende do grau da calvície. Se bem inicial, os resultados são bons. Porém em graus mais avançados, o melhor tratamento é o cirúrgico. Remédios podem retardar a evolução da calvície, mas não fazem nascer novos fios onde já houve a morte da raiz. A solução permanente para a calvície é mesmo o megatransplante de unidades foliculares.
Esse tipo de cirurgia é uma solução definitiva para homens e mulheres acometidos pela Alopecia Androgênica(AAG). Locais cicatrizados com falta de cabelos também podem receber cirurgia.
Qualquer pessoa com boa densidade capilar e couro cabeludo saudável é imediatamente um bom candidato para o megatransplante. Um paciente com cabelos e pele claros – em oposição a um paciente com cabelos escuros e pele clara – normalmente tem uma maior densidade capilar, o que facilita o procedimento cirúrgico. Pacientes com cabelos enrolados ou encaracolados precisarão de menos sessões do que alguém com cabelos lisos. Apesar de naturais, os resultados variam de paciente para paciente e podem não alcançar a densidade total ou cobertura que você tinha quando adolescente.