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PERGUNTAS FREQUENTES
Megatransplante é o mais eficiente procedimento cirúrgico para o tratamento da calvície. É o transplante de unidades foliculares, denominados folículos capilares que são extraídos da região doadora na parte posterior da cabeça e transplantados para a área calva. A cada procedimento cirúrgico são transplantados cerca de 2.600 a 3.500 ou mais enxertos, dependendo da quantidade de fios da área doadora de cada paciente, que correspondem de 7.000 a 10.000 mil fios, aproximadamente. Após duas sessões os resultados são cabelos naturais e permanentes.
Pessoas que sofrem com a miniaturização capilar têm quatro opções para lidar com o problema. A melhor delas é partir para uma cirurgia de restauração capilar, a única solução natural e permanente para a calvície. Pode-se também, nos casos iniciais, optar por tratamentos clínicos como comprimidos, loções ,shampoos, laser de baixa potência, ou utilizar cosméticos em forma de cremes, sprays e pó que, quando aplicados na área calva, ajudam a disfarçar o problema, desde que ainda haja um pouco de cabelo no local. Pode-se ainda corrigir o problema com apliques de cabelo, outra solução não permanente.
Depende do grau da calvície. Se bem inicial, os resultados são bons. Porém em graus mais avançados, o melhor tratamento é o cirúrgico. Remédios podem retardar a evolução da calvície, mas não fazem nascer novos fios onde já houve a morte da raiz. A solução permanente para a calvície é mesmo o megatransplante de unidades foliculares.
Esse tipo de cirurgia é uma solução definitiva para homens e mulheres acometidos pela Alopecia Androgênica(AAG). Locais cicatrizados com falta de cabelos também podem receber cirurgia.
Qualquer pessoa com boa densidade capilar e couro cabeludo saudável é imediatamente um bom candidato para o megatransplante. Um paciente com cabelos e pele claros – em oposição a um paciente com cabelos escuros e pele clara – normalmente tem uma maior densidade capilar, o que facilita o procedimento cirúrgico. Pacientes com cabelos enrolados ou encaracolados precisarão de menos sessões do que alguém com cabelos lisos. Apesar de naturais, os resultados variam de paciente para paciente e podem não alcançar a densidade total ou cobertura que você tinha quando adolescente.
O megatransplante de cabelos é uma técnica cirúrgica moderna e é realizada em ambiente hospitalar, o que proporciona segurança e riscos mínimos.
Não. Com os cabelos mais curtos a cicatriz da área doadora fica mais visível com a técnica FUT. É mais fácil escondê-la com os cabelos mais compridos. Utilizando-se FUE, não há a preocupação com o comprimento dos cabelos.
Antes da cirurgia são necessários alguns exames e massagens na região da área doadora. A Clínica Muricy fornece toda a orientação necessária ao pré-operatório do paciente.
Depende do paciente. Normalmente duas sessões do megatransplante são suficientes. Há casos críticos, no entanto, que apresentarão um resultado melhor em uma terceira sessão. Para saber qual o seu caso, fale com o especialista.
O intervalo mínimo de espera entre as sessões cirúrgicas de megatransplante é de 10 meses.
O megatransplante de cabelo é uma solução permanente. Os fios transplantados são para a vida toda. Eles vão com a memória das raízes da área doadora que nunca sofrem o processo de queda.
Não. Os fios transplantados vão com a memória da área doadora que nunca sofre a ação dos hormônios. Por mais calvo que a pessoa fique, ele nunca perde os cabelos da região occipital do couro cabeludo. E é desta região que se retiram os fios a serem transplantados para uma nova região chamada de receptora.
Os cabelos transplantados crescem normalmente. São cabelos naturais e que podem ser penteados, cortados e até pintados, após 30 a 60 dias do pós-operatório. Nossa equipe orienta sobre os cuidados com o couro cabeludo e com os cabelos, incluindo o uso de shampoos especiais, métodos de lavagem e medicamentos para melhor crescimento dos fios transplantados.
A rotina do paciente pode ser retomada em torno de 72 horas após a cirurgia. O pós-operatório imediato do megatransplante é um período que requer repouso e alguns cuidados especiais como a tomada de analgésicos e o uso de compressas com gelo na região frontal.
Alguns homens estão predispostos geneticamente à Alopecia Androgênica ( AAG) e outros não. Essa influência genética é que vai determinar o quanto os receptores hormonais envolvidos no processo serão sensíveis à Testosterona. Caso essa “sensibilidade” seja grande, o indivíduo terá predisposição à calvície
Algumas micoses e infecções bacterianas no couro cabeludo também podem desencadear um processo de perda de cabelos, mas estas situações são raras. Cicatrizes no couro cabeludo também podem impedir o crescimento capilar em uma determinada área, gerando uma calvície restrita. Há também outro quadro chamado de alopécia areata, onde a perda de cabelos em áreas do couro cabeludo tem causa imunológica.
É o conjunto formado por um, dois, três ou até quatro pêlos, mais a glândula sebácea e músculo eretor do pêlo, todos envolvidos por um tecido chamado conjuntivo. Os cabelos do couro cabeludo se dispõem em unidades foliculares de um ou mais fios (até 4) que também podemos chamar de Famílias. Quando fazemos a cirurgia de transplante capilar tentamos "copiar" a anatomia natural da região. Na linha anterior colocamos unidades foliculares de um pêlo e a medida que vamos avançando colocamos de 2, 3 e 4 pêlos. No corte dos enxertos também mantemos a anatomia e separamos os enxertos por unidades foliculares.
O princípio da cirurgia é redistribuir os cabelos. Retirar de uma área que tem muito, para recolocar em outra área que tem pouco ou nada. Nenhum novo fio será criado.
A predisposição genética é um fator decisivo para a calvície. Se os receptores hormonais envolvidos no processo da AAG estiverem programados para ser sensíveis, você pode ter calvície mesmo diante de níveis hormonais considerados normais. Não é a quantidade de hormônios aumentada que gera calvície, é a presença celular do receptor para este hormônio. A presença deste receptor que é determinada geneticamente.
No período da gravidez, normalmente os cabelos permanecem na fase de crescimento ( anágena ) e ficam mais bonitos e volumosos. Já na menopausa e no uso de anticoncepcionais, pode haver alterações sensíveis nos níveis hormonais das mulheres, e essas alterações se refletem no processo químico que desencadeia a calvície.
Em alguns casos onde ainda não houve a morte da raiz, sim. O medicamento reverte o processo de miniaturização e os cabelos tendem a engrossar um pouco novamente, dando a idéia de que cresceram novos fios. Porém este efeito só permanece se a pessoa continuar a medicação. Se interromper, o processo da calvície se restabelece.
O minoxidil reverte o processo de miniaturização do pêlo na AAG ao normalizar o ciclo do folículo, prolongando a fase anágena. É nela que a matriz se mantém ativa, produzindo continuamente o fio.
Infelizmente existe. O quadro da Alopécia Androgênica, ou calvície, depende da atividade hormonal da pessoa. A puberdade é um período da vida em que há grandes alterações hormonais. É comum o aparecimento da calvície nessa época.
Sempre que passamos por situações de medo, desespero ou angústia, o organismo produz um hormônio chamado cortisol que influencia no metabolismo celular. Anexos cutâneos como unhas e cabelos são prejudicados nessas situações. Porém esta é uma alteração passageira. Estes cabelos e unhas retornam a condição inicial. O estresse sozinho não gera calvície. A pessoa deve ter uma predisposição genética para a calvície.
Tratar a calvície logo em seu estágio inicial é mais vantajoso, pois o paciente não terá em seu pós-operatório muitos sinais visíveis do procedimento, bem como as mudanças estetéticas serão menores.
O cabelo não sofre uma queda repentina. O que acontece é que ele sofre um processo gradativo de miniaturização, ou seja, ele diminui em comprimento e espessura. Isso se traduz em uma redução de volume, fazendo com que observe o couro cabeludo através dos fios.
Após o início da Alopecia Androgênica ( AAG) a maioria dos homens levará entre 15 e 25 anos para definir seu padrão de calvície. Alguns homens, no entanto, estarão calvos em 5 anos. Existem muitas causas para a calvície, mas são dois os fatores que definem a velocidade da miniaturização capilar: os genes e a atividade hormonal.
A finasterida atua de maneira diferente do minoxidil. A “estratégia” desse medicamento é atuar como bloqueador da enzima 5 alfa redutase tipo II impedindo a transformação da testosterona em DHT ( diidrotestosterona ), que é o hormônio responsável pelo processo de miniaturização dos fios.