Curitiba:

Rua Pedro Collere, 35, esquina com Av. Pres. Getúlio Vargas

São Paulo:

Av. Pedroso de Morais, 2350 Alto de Pinheiros

AOS MÉDICOS, ANESTESIOLOGISTAS, COLABORADORES E PACIENTES DO HOSPITAL E CLÍNICA MURICY

Com a pandemia do coronavírus, vivemos em um período de grande desafio. Para tanto, medidas
cautelares e especiais devem ser tomadas visando o bem coletivo. Nesse sentido, o Hospital e a
Clínica Muricy informam e orientam:

CORONAVIRUS – COVID-19
O que é: vírus altamente contagioso, transmite-se com muita facilidade, mas não tão letal. É
transmitido pelo ar, superfícies e secreções de alguém contaminado. Não tem tratamento.
Causa síndromes respiratórias como os da gripe (MAS NÃO É) e a pneumonia (Coriza, rouquidão,
mal estar, dor no corpo, dor de cabeça, tosse seca, fadiga)
Febre e dificuldade para respirar procurar urgente hospital pois o quadro sequencial é de uma
broncopneumonia viral. A falta de ar pode ocorrer de um a três dias e a entubação deve ser
imediata.
Os exames laboratoriais são os de orofaringe/nasofaringe (painel respiratório).
O início dos sintomas, após o contagio, podem demorar até duas semanas para se apresentar
(período altamente transmissível de 4 a 5 dias de contato com vírus)
Público-alvo com maior incidência: acima de 60 anos.

AÇÕES
- higine pessoal: lavar nariz e mãos com frequência – alcool gel na bolsa/carro
- evitar lugares com aglomeraçã de pessoas
- cobrir a boca e o nariz ao espirrar e tossir
- não compartilhar objetos de uso pessoal
- atençao e cuidados redobrados com pacientes suspeitos
- crianças não devem ficar com avós
- usar máscara no transporte coletivo e/ou em locais públicos
- evitar abraços, beijos e apertos de mão
- sono é importante para auxiliar na imunidade

Se quadro de gripe: orientação para ficar em casa, tomar novalgina, tylenol ou dipirona, banho,
beber muito líquido, de preferência água e usar máscara. Fazer isolamento e proteger a família;

NO AMBIENTE HOSPITALAR
- manter os ambientes sempre bem ventilados
- higienizar com frequencia corrimãos, trincos de portas, quadro de elevador
- usar equipamentos de proteção individual
- limitar visitações e acompanhantes
- minimizar circulação de pessoas estranhas ao ambiente hospitalar

CONSCIENTIZAÇÃO É IMPORTANTE. PENSAR E AGIR PELA COLETIVIDADE

CORONAVIRUS – COVID-19

RESUMO PALESTRA DO INFECTOLOGISTA DR. MAURO TAMESSAWA EM 16/03/20 NO HOSPITAL DR. MURICY

O que é: vírus altamente contagioso, transmite-se com muita facilidade, mas não tão letal. É
transmitido pelo ar, superfícies e secreções de alguém contaminado. Não tem tratamento.
O fato de estarmos diante de um novo vírus sempre gera uma preocupação maior porque não se
sabe exatamente como ele se comporta, o quão facilmente sofre mutações. Não é possível afirmar
com certeza, por exemplo, se uma pessoa que foi infectada, mas ainda não apresenta sintomas,
pode infectar outras.
O contágio assintomático durante o período de incubação (que varia entre 1 e 14 dias) é uma
possibilidade grande, segundo as autoridades de saúde, mas isso não está 100% comprovado.
Como esse é um vírus novo, as pessoas não têm imunidade contra ele, o que faz com que o
contágio seja mais rápido (proliferação rápida, letalidade menor)
O número de novos casos tem crescido rapidamente, também porque o coronavírus pode ser
transmitido antes mesmo de os sintomas aparecerem, durante o período de incubação.
Apesar de ter uma capacidade de proliferação maior que a de outros vírus da mesma família,
como os que provocaram os surtos da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) em 2002 ou da
Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers) em 2012, a letalidade desse coronavírus parece
ser menor, segundo os dados disponíveis até agora. Entretanto ele é muito mais contagioso.

SINTOMATOLOGIA
- 81% desenvolvem sintomas leves;
- 14% desenvolvem sintomas graves;
- 5% ficam em estado crítico.
A proporção de mortes causadas pela doença parece baixa (entre 1% e 2%) — mas as estatísticas
não são confiáveis.
Fato: a taxa de mortalidade do novo coronavírus aumenta a partir dos 60 anos e chega a 15% para
quem tem mais de 80 anos . Por dois motivos: a imunidade a partir dos 60 anos perde força, o que
deixa a pessoa mais suscetível a algumas doenças e também com capacidade comprometida de
lutar contra infecções. Além disso, existem as chamadas comorbidades. A chance de alguém com
mais de 60 anos ter outros problemas como diabetes, pressão alta, problemas cardíacos, entre
outros, é maior, o que gera um peso adicional no corpo na hora de lutar contra um novo vírus.

COVID-19 E O CLIMA
Não sabemos ainda qual vai ser o comportamento do vírus aqui porque estamos no verão. De
forma geral as temperaturas mais baixas aumentam o tempo de sobrevivência do vírus da gripe no
ar. No calor, portanto, a sobrevida deles fora do corpo é menor. No frio as pessoas tendem a ficar
mais em ambientes fechados, o que favorece a propagação de doenças respiratórias, porém como
nós não conhecemos totalmente as características do vírus, não conseguimos inferir como vai ser
o comportamento dele no Brasil.

O QUE FUNCIONA PARA COMBATER O VÍRUS
-Lavar as mãos com frequência é básico e é o que vem sendo apontado como mais eficaz.
Sempre e a todo momento, lavar as mãos com sabão após usar o banheiro, ao chegar em
casa ou antes de manipular alimentos; O ideal é esfregar as mãos por algo entre 15 e 20
segundos para garantir que os vírus e bactérias serão eliminados (é o tempo para se cantar
dois "Parabéns a você").

- Não botar a mão na boca, no nariz ou nos olhos também evita levar o vírus para as
mucosas do corpo, por onde ele também entra. Entra também por via aérea, ou seja,
alguém tosse, espirra e você respira aquilo;

- É fundamental usar lenço na hora que tossir ou espirrar e jogar aquele papel fora na hora;
- Manter hábitos saudáveis para fortalecer a imunidade. Ou seja, dormir a quantidade de
horas certas para a sua idade, alimentar-se bem, manter-se hidratado, fazer exercícios
físicos regularmente e tentar reduzir o estresse;

- Se você tem uma gripe, evite o contato com outras pessoas, mas principalmente com
idosos. Isso pode abrir caminho para uma infecção cruzada de dois vírus da gripe diferentes
que, vão sobrecarregar o sistema imunológico da pessoa.

- Se você estiver usando transporte coletivo relativamente vazio, os riscos mudam. Também
são fatores importantes o grau de ventilação dos veículos, a limpeza pela qual eles passam,
e quanto tempo você passa dentro deles.

- Manter o ambiente limpo — higienizar com soluções desinfetantes as superfícies da casa,
móveis e o telefone celular. Para limpar o celular, pode-se usar uma solução de 50% de
água e 50% álcool e pano limpo.

- O uso da máscara pede trocas com frequência — quando ela ficar úmida, por exemplo —,
encaixá-la bem nas orelhas e de forma a fechar entradas. Aquelas com filtros de ar ou de
materiais menos porosos, tem se mostrado mais eficientes.

- Manter o sistema imunológico fortalecido: dormir a quantidade de horas certas para a sua
idade, alimentar-se bem, manter-se hidratado, fazer exercícios físicos regularmente e
tentar reduzir o estresse.

- Se estiver em um ambiente público, por exemplo, ou com grande aglomeração, não toque
a boca, o nariz ou olhos sem antes ter antes lavado as mãos ou pelo menos limpá-las com
álcool. O vírus é transmitido por via aérea, mas também pelo contato.

- Cobrir a boca e o nariz ao tossir e espirrar, de preferência com um lenço de papel, e lavar
as mãos depois, para evitar que o vírus se propague;

- Evitar passar a mão nos olhos, nariz e boca — se você tocar uma superfície contaminada
pelo vírus, poderá transferi-lo para o seu corpo;

- Não ficar muito perto de pessoas tossindo, espirrando ou com febre. Idealmente,
mantenha pelo menos 1 metro de distância.

Pós-operatório garante sucesso da cirurgia

Você sabia que a parte do pós-operatório, os cuidados depois da cirurgia são essenciais para o sucesso do procedimento e o crescimento dos novos fios?

Por isso existe a necessidade de se fazer um repouso, que nós orientamos que seja feito de pelo menos três a quatro dias depois da cirurgia.

Movimentos com cabeça

O ideal é que o paciente não abaixe a cabeça, mas por quê?

A pele do couro cabeludo é muito aderida e o médico tem necessidade de fazer a infiltração de uma solução anestésica, para fazer um colchãozinho onde a agulha vai perfurar, sem ficar cutucando o periósteo.

Essa é uma camada inervada que existe entre a pele e o osso.

Então se você não faz uma drenagem linfática postural adequada, ou seja, se você fica com a cabeça abaixada, lembrando que o celular é o nosso principal inimigo nessa questão, pela ação da gravidade o líquido tende a abaixar e você faz edema nos olhos.

As orientações do pós-operatório são muito importantes para que não aconteça edema, para que não tenha dor, para que a cicatrização seja perfeita.

Cicatrização da pele

Você sabia que a pele demora 7 dias para realmente revitalizar e fechar o orifício que foi feito?

Então na primeira semana você tem que cuidar para não bater, para não esfregar a região.

Os pacientes que operam conosco recebem todo um protocolo do que devem fazer e o que não devem fazer, quais os cuidados que devem ter, como lavar o couro cabeludo.

Eles recebem um shampoo específico que nós formulamos e industrializamos à base de clorexidina, que é um antiséptico e substâncias calmantes, como o aloe vera e a tea tree melaleuca que tem também poder de cicatrização.

Então é tudo pensado para que esse paciente receba as orientações necessárias e tenha um pós-operatório tranquilo, com uma cicatrização excelente para o crescimento desses fios.

Também orientamos o uso de laser de LED vermelho que tem uma ação também cicatrizante.

E ainda o kit domiciliar, que vai incluir uma loção capilar específica, vitaminas para dar suporte, porque é uma fase onde essas células estão numa multiplicação acelerada para formar esse novo fio, então elas necessitam de um aporte nutricional específico.

Além disso as visitas constantes a clínica para saber se tudo está acontecendo de uma forma esperada, para que o fio nasça saudável, que os enxertos peguem.

O crescimento dos novos fios

A pega, ou seja, o nascimento desses fios depende de uma técnica cirúrgica bem realizada pelo médico.

O fio tem um tempo específico que pode ficar fora do corpo, ele não pode desidratar, então existe todo um cronograma para que essa raiz que vai habitar o novo lugar possa nascer.

O sucesso da cirurgia depende da técnica bem realizada, do comando do médico e também dos cuidados pós-operatórios, do repouso.

Por que fazer repouso?

É fundamental evitar a exposição direta ao sol durante os 30 primeiros dias, assim como banho de mar, de piscinas, saunas.

As atividades físicas são liberadas 10 dias depois da cirurgia, para que dê tempo para a pele cicatrizar.

Se a pele ainda não estiver totalmente fechada, a vasodilatação, o aumento da pressão arterial ocasionado pelo exercício físico vai fazer com que ocorra sangramento e para que aquele fio implantado seja expulso da região.

Todos os cuidados de assepsia, de higiene, a lavagem do cabelo, tudo isso precisa ser muito bem explicado no pré-operatório para o paciente.

Transplante capilar é coisa séria, deve ser realizado por médico e o pós-operatório é tão importante como o intra operatório.

Técnica FUE: transplante capilar natural

Você conhece a técnica FUE?

Se você é calvo e já está num grau intermediário ou avançado, existe solução e é o transplante capilar, com resultados extremamente naturais.

Esses resultados dependem, obviamente, do profissional que executa a cirurgia, a técnica chamada FUE.

O que é FUE?

FUE em inglês significa Folicular Unit Extraction e em português seria Extração de Unidades Foliculares.

É uma técnica minimamente invasiva, considerada uma cirurgia, na qual nós realizamos, utilizamos microinstrumentos, é considerada uma microcirurgia.

São extraídas as unidades foliculares da parte posterior do couro cabeludo uma a uma para, então, serem transplantadas na área calva.

Exige técnica e conhecimento, o médico tem que saber avaliar o grau de calvície, tem que saber avaliar a sua área doadora, porque não adianta transportar um fio que não seria definitivo.

Existe uma região segura a ser extraída.

Solução definitiva?

Muitas vezes os pacientes nos perguntam se com uma cirurgia é possível solucionar o problema.

Se a calvície for pequena sim, porém se for maior existe um limite de trauma, ou seja, por mais que os orifícios produzidos na área posterior sejam pequenos eles são milhares.

Hoje nós falamos em cirurgias de acima de 3.000 unidades foliculares, seriam então 3.000, 4.000 orifícios realizados numa área limitada e por menores que sejam esses orifícios, existe um trauma que vai se somando.

Existe um trauma vascular, existe um dano e o organismo precisa de um tempo pós-operatório para se recuperar.

Então eu não consigo fazer tudo de uma vez só, eu consigo sim fazer cirurgias grandes, sempre de acordo com a área doadora daquele paciente, caso a caso, cada paciente abordado de forma individual, respeitando o limite de trauma de cada um.

Segurança do procedimento

É importantíssimo que a cirurgia aconteça em ambiente de centro cirúrgico para que não haja infecção, que exista uma assepsia do lugar, da área a ser tratada e que tudo seja feito de acordo para que o resultado seja excepcional.

É uma cirurgia extremamente séria, de uma responsabilidade enorme.

O cirurgião, o médico é o responsável pelo ato cirúrgico e deve realizá-lo.

Não é uma cirurgia que você delega para uma instrumentadora ou algum assistente que não seja médico, que não tenha noção de anatomia, de inervação e vascularização, de quantidade de anestésico injetado.

É um ato médico e o médico deve estar presente no ato de realizar a cirurgia para que o sucesso do resultado final seja obtido.

Repetição da cirurgia

Após a cicatrização inicial desse processo é possível voltar naquela área e remover mais folículos, porém existe um limite, porque infelizmente aquele  pelo que eu tirei não nasce novamente.

Não é uma plantinha que você tira uma muda e ela continua crescendo.

O que tirou da parte posterior vai crescer na área calva e então você vai ficar com menos pelos na área doadora.

Hoje nós conseguimos completar o volume de cabelos que originamos do couro cabeludo com fios da região da barba, com o FUE é possível, porque essa região cicatriza muito bem, assim como fios do tórax.

Mas o paciente tem que ter ciência que é um fio diferente do fio do couro cabeludo, jamais vai ser colocado na região anterior.

É um fio que tem um crescimento diferente do ciclo do cabelo, que consegue atingir 12 centímetros ao ano.

O pós-operatório é fundamental para o sucesso dessa cirurgia e nós vamos falar sobre isso logo mais.

Transplante capilar: melhor momento

07Você já está decidido a fazer uma cirurgia de transplante capilar e se pergunta qual a melhor época do ano para isso?

Eu posso ou não posso fazer a cirurgia no verão?

A resposta é: não existe uma época do ano ideal para que a gente possa realizar a cirurgia de transplante capilar. Nós, na verdade, operamos de janeiro a janeiro!

O que existe é a melhor época para você, ou seja, temos que pensar no seu bem-estar.

Quando você consegue tirar férias, ficar alguns dias em repouso em casa? Sabemos que durante 30 dias não podemos tomar sol diretamente no couro cabeludo, mas se janeiro é o mês ideal para que você consiga estar em casa alguns dias, pode perfeitamente realizar a cirurgia.

Nós estamos aqui para sanar quaisquer dúvidas em relação a esse tema que é a nossa expertise, nossa paixão! Entre em contato conosco!

Tratamentos corporais para celulite e flacidez

O assunto hoje é tratamentos corporais. Agora que o verão está chegando algumas coisas começam a incomodar na hora de usar um shortinho, uma roupinha mais curta ou uma saia, como a celulite e a flacidez.

A gente tem bastantes tratamentos para melhorar essas queixas e para você poder colocar o seu biquíni, expor a sua barriguinha, sua perna e o bumbum sem medo.

Então o que a gente tem para isso são os bioestimuladores, produtos injetáveis que vão estimular o colágeno na sua pele e isso vai melhorar a flacidez, diminuir o aspecto da celulite, porque fazer como se fosse o preenchimento, tirando aquele aspecto casca de laranja.

Para quem está com bastante flacidez, o bumbum caidinho, aquele interno de coxa todo engruvinhado, ele melhora muito esse aspecto, dá uma empinada no bumbum e aí você vai conseguir usar o seu shortinho, seu biquíni na praia agora no verão.

Outra queixa que a gente também tem bastante é da flacidez do braço, um aspecto de celulite que vai acontecendo no braço e esse bioestimulador também melhora bastante, assim como a flacidez do abdômen, o umbigo caído.

Essa queixa do abdômen é comum no pós-parto que você fica com bastante flacidez abdominal, então também é uma indicação. Pessoas que têm um emagrecimento importante e ficam com flacidez também no abdômen, coxas, braços podem fazer esse procedimento.

Essas substâncias injetáveis que, uma vez na pele, vão mandar sinais para você produzir o seu colágeno e isso vai melhorar gradualmente a sua flacidez. Isso vai ocorrendo ao longo dos meses, eles vão permanecer ali na sua pele durante mais ou menos um ano fazendo esse estímulo.

Outro tratamento muito bacana para essa região corporal, para flacidez e celulite são as radiofrequências. Elas vão fazer um aquecimento na pele e isso vai gerar a produção de colágeno, melhorando a flacidez, melhorando o aspecto casca de laranja.

Se você tem essas queixas com relação ao seu corpo, procure o seu dermatologista para te indicar o melhor tratamento para você.

Tratamentos para o final do ano: ainda dá tempo!

O fim do ano está chegando, as festas estão aí e a gente tem muitos tratamentos para poder melhorar as ruguinhas e a qualidade de sua pele ainda esse ano.

O laser e a toxina botulínica nos ajudam no tratamento das rugas e da flacidez de pele.

As tecnologias modernas têm nos ajudado muito, a dermatologia conta cada vez mais com aparelhos novos e minimamente invasivos, tratamentos muito tranquilos para o paciente em termos de cuidados pós.

A radiofrequência, por exemplo, não machuca a pele, é um procedimento que você pode fazer a qualquer momento, sem nenhum downtime, sem se afastar das suas atividades diárias.

Associação de tratamentos

Às vezes, nas associações de tratamentos, existe um intervalo a ser respeitado entre um procedimento e outro.

Se você quiser fazer Botox e radiofrequência, por exemplo, geralmente a gente não indica fazer no mesmo dia, pelo menos um dia de intervalo é importante.

Outra coisa a ser considerada é o tempo de ação de cada produto ou tecnologia.

O ácido polilático, um bioestimulador de colágeno, tem um efeito duradouro, começa a agir 3 semanas após a aplicação e segue agindo ao longo de um tempo na melhora da flacidez e da celulite.

Ainda dá tempo de tratar e melhorar a celulite e a flacidez, tanto facial quanto corporal. Entre em contato conosco e saiba mais.

Calvície: entenda melhor essa doença

Calvície é nosso assunto de hoje.

Se você está percebendo que está ficando com menos cabelo, que as entradas estão começando a aparecer ou você está ficando rarefeito, você pode estar enquadrado nos 50% dos homens da população mundial que, infelizmente, têm um problema chamado calvície.

Também chamada de alopecia androgenética, ela gera, obviamente, uma queda de cabelo, mas, ao contrário do que as pessoas imaginam, ela não é uma queda e sim é a miniaturização do fio, ele vai atrofiando como passar do tempo.

É um problema crônico, um processo longo, mas quando a pessoa percebe, ela já está ali,  com aquele espaço vazio.

Ela não vê queda no travesseiro ou quando penteia os cabelos, ela percebe quando tem aquela entrada já na região anterior do couro cabeludo.

A calvície está relacionada com o hormônio chamado dihidrotestosterona que é um derivado da testosterona.

Na circulação sanguínea a testosterona é metabolizada por uma enzima chamada 5-alfa redutase em dihidrotestosterona, que é uma molécula menor que tem a capacidade de penetrar na raiz do cabelo, levando a uma atrofia nesse bulbo capilar.

Ao contrário do que as pessoas imaginam não é excesso de hormônio, é uma quantidade normal, mas a pessoa tem o que a gente chama de porta de entrada.

Como se o hormônio fosse uma bolinha e a célula do seu cabelo fosse uma portinha, ele circula, entra e, infelizmente, faz o estrago, faz com que esse folículo vá aos poucos atrofiando até a morte total dessa raiz.

Dependendo do estágio em que se enquadra esse folículo, tem solução.

Sabemos também que existe a genética, ou seja, existem parentes seus, seja do lado materno ou do lado paterno, que lhe transferiram o gene da calvície.

A pessoa que não possui esse gene pode passar por várias situações que esse fio não vai miniaturizar, mas aquela pessoa que tem o gene da calvície, ele se expressa com uma certa idade, normalmente após a adolescência, a puberdade, porque os hormônios se elevam.

Quanto mais testosterona a pessoa possui, mais dihidrotestosterona ela possui e, consequentemente, após a puberdade aparecem sinais da calvície.

Como é uma doença poligênica, quanto mais genes a pessoa possui, mais cedo vai haver a expressão e mais calma essa pessoa vai ficar.

Então o jovem já com 18, 19 anos que começa a apresentar os sintomas de uma rarefação capilar, provavelmente pode atingir um grau mais avançado de calvície.

Já que elas pessoas que possuem graus intermediários, vão apresentar uo sintoma lá pelso 30 anos, provavelmente não haverá perda total dos fios na cabeça.

Hoje a calvície tem solução

Existem vários meios que nós conseguimos prevenir a evolução da doença e naquela parte onde os fios já foram embora a solução é o transplante capilar.

https://youtu.be/KDaNcZ4Aaxs

BISAVÔ DO DR MURICY RECEBE NOMINAÇÃO DO HOSPITAL MILITAR GERAL DE CURITIBA

A história da família Muricy na medicina é uma das mais antigas de Curitiba. Iniciou com o Dr. José Candido da Silva Muricy, bisavô do Dr. Muricy, e está na terceira geração.

Muricy agora também é nome de outro Hospital na capital paranaense. No último dia 27 de novembro, o médico baiano foi homenageado com a nominação do então Hospital Militar Geral de Curitiba.

Sua história é rica como médico e benfeitor dos mais necessitados. Tem nome de rua em Curitiba, mas agora também recebeu deferência do Hospital Militar Geral de Curitiba, o qual passou a denominar-se “Tenente Cirurgião José Cândido da Silva Muricy“, em solenidade de Divulgação da Denominação Histórica e  Inauguração do Retrato do médico militar, que foi o incentivador e construtor da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba, fundador do Museu Paranaense e ainda, Deputado Provincial por três legislaturas.

O Dr. José Candido Muricy e família, foram representantes no evento ondes estiveram presentes diversas autoridades civis e militares.